segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Bullying em Família - Um problema que tem solução!

Neste blog damos muita importância a instituição família, ao casamento, e a união matrimonial. Quero deixar claro que eu, Thainá, respeito todas as formas de união que não resultem mal a alguém, logo, o amor e a família, por ser algo tão importante, deve ser direito de TODOS (independentemente de cor, credo e orientação sexual).

A um tempinho atrás fiz uma postagem sobre O que pode acabar com sua família e rendeu muita polêmica pois a militância LGBT e feminista é acusada injustamente de querer acabar com a família tradicional, mas o que realmente faz uma família acabar nada tem a ver com estes movimentos sociais.

A verdade que é muito difícil manter a convivência com pessoas 100% livre de atritos. Mesmo se você morar com companheiros de quarto que nada possuem de vínculo sanguíneo, ainda sim haverão desavenças. A dificuldade em vivermos sobre um mesmo teto ocorre em famílias tradicionais, em não tradicionais e até em quem não se considera família.

Além dos problemas comuns citados na postagem polêmica, algo que atrapalha demais a convivência é o Bullying entre familiares. Pra começar, vamos esclarecer o que é bullying: É todo comportamento de ameaça e intimidação a uma pessoa. Geralmente estas coações são acompanhadas de xingamentos e apelidos degradantes, por isto quando alguém faz uma piadinha desrespeitosa é comum (e errado) chamarmos de bullying. Só que na prática não faz tanta diferença... Por que? Porque todos os xingamentos, apelidos e piadinhas que fazem com que o outro se sinta mal podem gerar comportamentos intimidadores e violentos no futuro, tanto pela parte de quem ouve como pela parte de quem age. Ou seja, você pode achar que não tem nada demais em chamar alguém de "veado" ou "gordo", mas as pessoas que são violentas com estes grupos tiveram sua origem comportamental nestes pensamentos. É um mal que deve ser combatido pela raiz.

O que isto tem a ver com nossas famílias? Tudo, afinal, na maioria das vezes são elas que criam e incentivam estes comportamentos violentos, mesmo que indiretamente. Violência não é só física, palavras e atitudes também machucam e segregam. Quando os pais ficam falando pra uma filha que ela está gorda, quando os tios debocham do jeito afeminado do sobrinho, quando os avós falam mal das roupas do neto, estão contribuindo indiretamente pra uma violência futura.

É comum entre adolescentes quererem se isolar e serem taxados de rebeldes, anti-sociais por não estarem perto de seus parentes, mas pra muitos isto é uma tarefa chata. Quem nunca deixou de ir num almoço de família por saber que um parente "entrão" estaria lá? Se você já passou por isto, faça sua parte contribuindo para que certos tipos de coisa não continuem acontecendo.

Como resolver este problema? É simples: Se ao reunir sua família há um familiar dizendo coisas maldosas, deixe-o falando sozinho, não ria e se possível, discorde. Os mais jovens geralmente não tem voz pra protestar, então cabe a você dar um basta neste tipo de comportamento, pois ele pode ocorrer com você num momento posterior. 

Vamos tentar fazer de nossas reuniões familiares momentos mais agradáveis, sem alfinetadas nem piadas de mau gosto. Isto sim é ser a favor da família. O que seu sobrinho ganha, gasta ou faz não é problema de ninguém além dos pais dele. Beijos, Thainá.

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