sábado, 18 de fevereiro de 2017

Faça e Venda: Bolo no Pote

Se você procura um meio de ganhar uma renda extra vendendo doces e/ou salgados, confira aqui no Blog Detalhes uma série de dicas pra te ajudar nisso. É Gratuito!! rs.

Temos a série Vida de Doceira com diversos vídeos contando minha experiência na venda de doces e também compartilhando receitas bem práticas e econômicas. Confira abaixo uma receita clássica de BOLO NO POTE, em que é usada uma massa básica para combinar com diversos tipos de recheios (brigadeiro, beijinho de coco, morango, maracujá, etc).

Posteriormente irei ensinar alguns recheios gostosos, mas hoje vamos aprender a massa e como usá-la na montagem dos bolinhos.

Ingredientes:
*Massa:
- 4 col. de sopa de margarina
- 2 xíc. de açúcar
- 3 ovos inteiros
- 1 1/2 xíc. de leite integral
- 3 xíc. de farinha de trigo
- 1 col. de sopa de fermento para bolos

*Recheio a gosto

*Embalagens para bolo no pote tamanho 250ml
*200ml de Água com açúcar (1 col. de sopa) para molhar a massa
*Confeitos a gosto

Modo de preparo:
* Colocar num recipiente adequado a margarina e o açúcar;
* Misturar até ficar bem branquinho e uniforme
* Acrescentar os ovos e misturar novamente;
* Adicionar o leite e a farinha, preferencialmente peneirando esta ultima;
* Misture até ficar homogêneo e sem grumos;
* Por último, adicione o fermento e leve a mistura a uma fôrma já untada e enfarinhada

*Uso fôrma redonda de cerca de 25cm
*Rendem cerca de 11 bolos

Confira abaixo no vídeo o passo a passo e a forma de montar:


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Brancos podem usar turbante?

Outro dia estava lendo um livro bem resumido sobre Mitologia. Quando tratava-se de mitologia nórdica, grega e egípcia tive uma leitura bem tranquila. Quando cheguei na parte de mitologia chinesa, australiana e de outros locais, senti mais dificuldade.

Notei que a dificuldade rolou por desconhecimento. Eu nunca tinha ouvido falar sobre aquela cultura, aqueles mitos, aqueles símbolos e festividades. Mas já tinha ouvido falar de Aquiles, Afrodite, Tróia, Thor, etc.

A maior fanfiqueira que você respeita
Isso me fez pensar numa curiosidade. Ao estudar História vemos que, nos grandes conflitos entre nações, destruir a cultura do outro povo é uma das primeiras coisas que ocorrem. Quando uma comunidade invade determinado local, é bem comum a derrubada de monumentos para fazer àquele povo "perdedor" enfraquecer sua união. A cultura local une pessoas, consequentemente, tornam-a mais fortes. A melhor maneira de desestabilizar o "inimigo" é desmembra-lo e apagar ou banalizar sua cultura.

Por que estou falando sobre isto? No Brasil, atualmente, a crise econômica mostra que um dos primeiros setores a serem atingidos é o cultural. Tudo bem que saúde e segurança são primordiais sempre mas é importante esclarecer que cultura é algo MUITO importante pra uma população manter-se forte e unida.

Agora que entendemos a importância real da preservação de culturas e memórias de um povo, entendemos por que é importante falar de APROPRIAÇÃO CULTURAL?

A pauta da apropriação cultural aparece como "fútil" em certos ambientes graças a militância cega de algumas pessoas. Entendemos que é importante que elementos culturais sejam preservados e valorizados dentro de um nicho social, mas ao mesmo tempo não queremos reprimir ninguém nem fechar-se para o mundo.

Devemos impedir que grandes empresas usem de nossas pautas pra lucrar no capitalismo sem se preocupar com o real sentido daquele símbolo. Devemos compartilhar nosso conhecimento a respeito daquela cultura para que mais e mais pessoas aprendam a valoriza-la, Mas JAMAIS devemos impedir uma pessoa de usar o que gostaria.

Entendam: uma única pessoa não tem poder pra banalizar uma cultura. Uma pessoa sair de árabe no carnaval ou usar cocar em fotos no Instagram, não é algo que abale tradições seculares, não é algo que irá acabar com a cultura de uma população.

Então, antes de apontar o dedo na rua para uma mulher questionando se ela deve usar turbante ou não, pense se aquilo de fato têm poder para abalar estruturas sociais. Enquanto impomos regras para vestimenta e coisas mais simples do cotidiano, afastamos pessoas de nossa militância e ainda criamos "ídolos" para a direita.